quarta-feira, 21 de julho de 2010
And it was a bit more from me ..
Não sei direito como tudo isso foi acontecer, e menos ainda, as repercussões que isso vai trazer.
Tudo o que eu posso dizer agora é que tudo vai ter um final, Provavelmente não o mais feliz, ou o mais esperado... Mas o que eu decidi ter.
Não digo que não vou culpar os outros, por que vou.
Vou culpar quem já me fez sofrer injustamente, quem já me fez pagar por coisas que eu jamais fiz ou ousaria fazer.
E também, vou culpar a mim mesma, por ser fraca ao ponto de ter feito tudo que fiz.
Mas enfim.. as culpas nunca importam de quem sejam e Nem mesmo os motivos .
Talvez por me sentir tão deslocada em meio a tantas regras e opressões, eu já me escondo da minha própria família.
Escondo o que eu sinto por dentro, escondo ter sentimentos.
Escondo que já amei e fui machucada, que já machuquei sem querer, e alguma vez ou outra, querendo, mas por pura vingança.
Costumava fazer somente com os outros o que eles faziam comigo.
Sorte é apenas o que nós permitimos que os outros façam, a favor ou contra nós mesmos.
Estive por muito tempo preocupada demais com coisas irrelevantes...
Mas é lindo, e ao mesmo tempo trágico que tudo isso seja sobre o amor – ou a ausência dele.
Tantas vezes ferida, tantas vezes deixada, tantas vezes humilhada e maltratada.
Se eu morrer, morro com orgulho. Orgulho do que era, orgulho do que queria ser, orgulho do que jamais seria.
Se eu viver, vivo com remorso, de coisas que nem ao menos aconteceram, vivo com o peso do amanhã sobre meus ombros,
Perdi-me em meus pesadelos, devaneios, insônias, preocupações, obrigações, responsabilidades,
pra então, tudo ficar mais que claro pra mim: não vale a a pena lutar.
Não vale a pena me esforçar por algo que pode ser destruído por atos banais.
Creio que nasci no planeta errado, pois nunca consegui me adaptar a isso.
me adapto aos climas diferenciados, cidades, cada lugar inusitado que pensei que nem mesmo existia,
mas não me adapto a quem se conformava com pouco. Não me adapto as pessoas e suas falsidades .
Que mundo é esse em que um real vale mais que uma vida? Há tantas coisas que ainda não entendo, e não mais tentarei entender.
Perfeita, nunca serei, mesmo que me esforce pra isso, e sou eternamente grata por isso.
A perfeição é algo fantasioso demais pra ser alcançado, e eu não vivo de utopias .
Espero que tudo mude um dia, e as pessoas aprendam que falsidade é o sentimento mais podre que pode existir em alguém,
e que pessoas se dêem o valor que elas realmente tem .
... Mas eu já vou ter partido há tempos, naquele acidente, naquela briga, naqueles lugares e momentos.
Eu parto a cada acontecimento que tira de mim um pouco mais do que eu sou.
“Por que embora quem quase morre esteja vivo, quem quase vive já morreu" Tweet
Assinar:
Postar comentários (Atom)

Nenhum comentário:
Postar um comentário